Cedro formaliza parceria com Ministério Público para combate ao Aedes Aegypti

A população cedrense ganhou mais um reforço no combate ao Aedes Aegypti.  A Prefeitura e o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Cedro, formalizaram no início deste mês. A parceria que prevê, ainda este ano, apresentação do plano de combate ao mosquito, além de gravação de spots com dicas e a parceria com as emissoras de rádio local. Na próxima quinta-feira, (24/01), acontecerá coletiva de imprensa sobre os resultados e ações do ano passado.O evento contou com a presença do promotor Dr. Hebert Gonçalves, do Secretário de Saúde, Russel Sirius e do Coordenador do Comitê Municipal de enfrentamento às arboviroses, Marciel Bezerra. “É uma ação para reforçar o combate diário ao mosquito. Temos recebido apoio para ampliar e melhorar cada vez mais os serviços para a população”, destaca o prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz.As ações educativas conjuntas entre o MPCE e prefeitura de Cedro já ocorrem há cerca de três anos, colaborando para o baixo índice de infestação no município. “Tivemos um encontro para confirmar que estamos no caminho certo, já iniciamos as atividades com os nossos profissionais de saúde e membros da brigada e do comitê municipal”, destaca o Secretário de Saúde, Russel Sirius.AçõesAo longo de 2018 foram desenvolvidas diversas ações, entre elas, o projeto piloto do programa “Aedes em Foco” da Universidade Federal do Ceará (UFC); gincana escolar, com a entrega de 10 tablets aos estudantes vencedores da Escola Celso Alves de Araújo; boletim informativo mensal, publicado nas páginas da Prefeitura de Cedro; Blitz educativas nos bairros e divulgação de spot em carro volante com dicas e medidas a serem adotadas.Os moradores receberam no carnê do IPTU informações sobre o Aedes aegypti, além disso a prefeitura promoveu entre os dias 3 e 7 de dezembro de 2018 a Semana Municipal de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti. Como resultado de todas estas ações, o município foi premiado com o incentivo do Governo do Estado e recebeu cerca de 130 mil reais.O Coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento, Marciel Bezerra, destaca que neste período de chuvas as ações educativas são estendidas. “Estamos diariamente, em conjunto com as secretarias municipais e nossa população, realizando um trabalho nas casas e, durante o período chuvoso, ampliamos as ações e estamos em alerta constante”.
22 de Janeiro de 2019, 12:51

Novo subtipo de dengue causa alerta para a saúde

Até novembro deste ano, cerca de 240 mil casos de dengue foram contabilizados em todo o país. Houve uma grande diminuição comparando com a epidemia de 2015, quando 1,65 milhão de pessoas tiveram a doença.A baixa é devido a quantidade de pessoas que se tornam imunes ao vírus porque já foram infectadas anteriormente. Mas nem sempre tudo é boa notícia. Outro subtipo de mosquito ganha espaço e acaba se espalhando entre as pessoas.  O que acontece é que agora está circulando o tipo DENV-2.Quando entra outro tipo de vírus, aquela pessoa que estava imune àquele vírus vai pegar dengue novamente, o que aumenta o risco de desenvolver a versão hemorrágica da doença, porque o organismo já está sensibilizado, e as complicações são maiores. Com relação à febre amarela, o mais provável é que os mosquitos envolvidos sejam do gênero Sabethes e Haemagogus, que geralmente habitam áreas de floresta e levam a doença de macacos para humanos. Nesse caso não seria o Aedes, porque ele não sobrevive bem em floresta. Segundo o professor da USP, Paolo Zanotto, o Aedes aegypti que temos no Brasil são de uma linhagem asiática. "Eles não são bons vetores da doença, tanto que não há febre amarela na Ásia", explica.Descobertas recentes mostram que é possível que macacos sejam infectados e ajam como reservatórios do vírus da zika, perpetuando a doença no país. Como os macacos pegam febre amarelaUm mosquito infectado dos gêneros Haemagogus ou Sabethes pica um macaco, que então começa a sofrer com a doença. Um inseto livre do vírus que chupa o sangue desse primata contaminado passa a carregar o causador da febre amarela. E então pode transmiti-lo para outro macaco, que pode espalhá-lo a outro mosquito. Dessa forma que se inicia o círculo de transmissão. Novas pesquisas estão sendo estudadas, caso sejam confirmados os resultados, novas estratégias serão necessárias.
17 de Dezembro de 2018, 18:41

CE: 40 municípios em situação de alerta ou risco para dengue, zika e chikungunya

No estado do Ceará, 40 cidades estão em situação de alerta ou risco de surto de dengue, zika e chikungunya, de acordo com o novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti(LIRAa) de 2018. Desse total, 37 estão em alerta e três em risco de surto das doenças, como Canindé, Chorozinho e Viçosa do Ceará. Outras 141, incluindo Fortaleza, estão em situação satisfatória.Clique aqui para ver a lista completa dos municípiosGOVERNO FEDERAL ENTREGA CARROS FUMACÊNesta quarta-feira (12) o Governo Federal entregou mil caminhonetes para diferentes regiões do país, como força efetiva no combate ao mosquito, que podem acoplar os equipamentos de fumacê para ações locais. Ao todo, o Ministério da Saúde investiu R$ 109,4 milhões na aquisição dos veículos.Na ocasião, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, lançou o Sistema Integrado de Controle de Vetores (SIVector), que substituirá o Sistema do Programa Nacional de Controle da Dengue (SISPNCD) com informações georreferenciadas para o controle do Aedes aegypti e Aedes albopictus.DADOS EPIDEMIOLÓGICOS NO PAÍS EM 2018DENGUE – Até 3 de dezembro, foram notificados 241.664 casos de dengue em todo o país, um pequeno aumento em relação ao mesmo período de 2017 (232.372). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 115,9 casos/100 mil habitantes. Em comparação ao número de óbitos, a queda é de 19,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 176 mortes em 2017 para 142 neste ano.CHIKUNGUNYA – Até 3 de dezembro, foram notificados 84.294 casos de chikungunya em todo o país, redução de 54% em relação ao mesmo período de 2017 (184.344). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 40,4 casos/100 mil habitantes. Em comparação ao número de óbitos, a queda é de 81,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 191 mortes em 2017 para 35 neste ano.ZIKA – Até 3 de dezembro, foram notificados 8.024 casos de zika em todo o país, redução de 53% em relação ao mesmo período de 2017 (17.025). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 3,8 casos/100 mil habitantes. Neste ano, foram quatro óbitos por Zika.
13 de Dezembro de 2018, 17:33

Há 140 anos epidemias e secas marcam história no Ceará

No mês de dezembro do ano de 1878 Fortaleza viveu o mês mais trágico de sua história. Há 140 anos, devido a seca, a capital passou por grandes problemas com a estiagem. Por consequência do aglomerado de pessoas com fome, sede e baixíssimas condições sanitárias surgiu uma grande epidemia de varíola. 1.004 pessoas morreram em apenas um dia. Essa triste data ficou marcada na história como "o Dia dos Mil Mortos". A capital ficou devastada.Percebe-se que o Ceará já passou por diversos momentos difíceis. Dentre eles, há 103 anos, destaca-se a seca de 1915. Popularmente conhecida pelos mais velhos como a “Seca do 15”, o estado passou outra vez por uma de suas maiores e severas estiagens. Mais um sofrimento foi instalado no povo cearense.Em dados mais atualizados, mas não menos alarmantes, no ano de 2017, o Ceará também sofreu com mais outra epidemia: a de arboviroses (doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti). De acordo com o Ministério da Saúde, o estado foi a segunda maior incidência de dengue no país.A taxa foi de 457,7 casos por grupo de 100 mil habitantes, perdendo apenas para Goiás, que registrou incidência de 906,3 casos da doença por 100 mil habitantes. A média de incidência nacional foi de 116.Segundo dados da Secretaria de Saúde do Ceará, em de novembro desse mesmo ano, foram registrados 13.417 casos de dengue em Fortaleza. No estado, a dengue foi responsável por 19 mortes, 12 delas na capital cearense.Os casos de zika somaram 415 em 2017 no Ceará, dos quais 43 em gestantes. Os municípios do estado que confirmaram casos em gestantes foram Fortaleza e Brejo Santo.Considerando os casos de chikungunya, até o fim da primeira quinzena de novembro de 2017, 139 pessoas morreram no Ceará em consequência da doença, das quais 108 eram na capital.​SEIS EPIDEMIAS DE DENGUE NO CEARÁ 1994Primeiros casos hemorrágicos732,3 casos por 100 mil habitantes 2001455,6 casos por 100 mil habitantes2008533,9 casos por 100 mil habitantes2011673,6 casos por 100 mil habitantes2012612,6 casos por 100 mil habitantes2015617,2 casos por 100 mil habitantes
11 de Dezembro de 2018, 17:58

Siba como combater o Aedes aegypti

Com a chegada o período de chuvas, o mais favorável do Aedes aegypti, o Ministério da Saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional para prestar atenção às formas de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré. Portanto, é importante manter higiene e ter cuidado com todos os locais que podem acumular água parada.​O QUE DEVE SER FEITOManter bem tampado tinas, toneis, caixas e barris de água;Remova galhos e folhas de calhas;Não deixe água acumulada em lages;Manter sacos plásticos e lixeiras bem fechadas;Tampe os ralos da sua casa;Sempre limpe a bandeja do ar condicionado e o reservatório de água que fica atrás da geladeira;Lavar semanalmente com água e sabão tanques utilizados para armazenar água;Trocar água dos vasos e plantas aquáticas uma vez por semana;Manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo;Acondicionar pneus em locais cobertos;Fazer sempre manutenção de piscinas;Tampar ralos;Colocar areia nos cacos de vidro de muros ou cimento;Não deixar água acumulada em folhas secas e tampinhas de garrafas;Vasos sanitários externos devem ser tampados e verificados semanalmente;Lonas para cobrir materiais de construção devem estar sempre bem esticadas para não acumular água.DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTIA maneira mais eficaz de combater é eliminar os focos do Aedes aegypti. O aplicativo Aedes em Foco permite a criação de Brigadas que são responsáveis pela limpeza de focos do mosquito em determinadas áreas escolhidas pelo usuário por meio do checklist.A filosofia do engajamento da criação de Brigadas direciona o olhar da população a ter um papel crucial nesse combate. O usuário pode criar uma lista de participantes e selecionar uma série itens para verificação semanal de focos do mosquito em áreas residenciais, espaços públicos ou ambientes de trabalho. Os participantes poderão, por exemplo, mapear possíveis focos em sua residência ou vizinhança e receber informações sobre como proceder ao longo do ciclo de vida do mosquito. A população pode denunciar focos em locais de difícil acesso, e saber quando o agente de saúde da região irá realizar uma visita. As ações do usuário geram dados que ajudam essas organizações, formando uma parceria mais eficaz.Quando o alerta do foco do mosquito Aedes aegypti é enviado, através do aplicativo, os órgãos públicos envolvidos são acionados para remover os possíveis criadouros. Faça sua parte!
07 de Dezembro de 2018, 14:00

Programa Aedes em Foco oferta curso para professores de Cedro

Prezados professores da rede pública de ensino de Cedro, sejam bem-vindos ao programa Aedes em Foco, uma parceria da UFC com o Governo do Estado do Ceará e Prefeitura do Cedro. Iniciaremos nossas atividades junto ao corpo docente de Cedro ofertando o curso de Educação em ação contra o Aedes aegypti, com início a partir do dia 27 de novembro.Este curso, com duração de 40 horas, tem como principal objetivo preparar professores das escolas públicas de Cedro a instruírem alunos e seus familiares na formação de Brigadas para atuarem no processo de prevenção das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Além disso, as aulas irão esclarecer a importância de ferramentas digitais, como o aplicativo Aedes em Foco, que se dispõe para identificação de focos de mosquitos. As aulas e as avaliações serão on-line, ambas ministradas no Ambiente Virtual SOLAR. SOBRE A MATRÍCULAPara a efetivação da matrícula, faz-se necessário o preenchimento dos dados solicitados abaixo até dia 25 de novembro no seguinte endereço: https://docs.google.com/forms/d/16Ey40IwSnmibPnMmNoNCoT_Wp2dVinmlDkpqtkCd5g4/viewform?edit_requested=true
23 de Novembro de 2018, 00:34

Combate ao Aedes aegypti: prevenção e controle

Prevenir é a melhor forma de evitar as Arboviroses, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Evitar a proliferação do Aedes aegypti é uma responsabilidade não somente dos órgãos públicos, mas principalmente de toda população. De acordo com o Ministério da Saúde a maior parte dos focos está nos domicílios. Medidas de Combate para eliminar os criadouros e evitar a reprodução do mosquito são de fundamental importância, responsabilidade e cidadania.Segundo o Instituto Oswaldo Cruz, o mosquito Aedes aegypti deposita seus ovos preferencialmente em águas limpas, mas não necessariamente potável. As larvas não conseguem sobreviver em reservatórios poluídos, com dejetos e muita matéria orgânica. Em condições ambientais favoráveis, após a eclosão do ovo, o desenvolvimento do mosquito até a forma adulta pode levar um período de 10 a 15 dias. Por isso, ferramentas de combate e controle, como o Aedes em Foco, ajudam a eliminação de criadouros porque o checklist das Brigadas, realizado pelo menos uma vez por semana pelo cidadão, permite a limpeza de possíveis focos. Os alertas emitidos pela população, através do aplicativo, informam automaticamente aos Órgãos Públicos os locais de riscos e de difícil acesso. Essa medida interrompe rapidamente a continuação do ciclo de vida do mosquito. Caso contrário, os ovos, podem resistir até a próxima quadra chuvosa, dificultando as ações de controle.Cuidados básicos também são fundamentais para o controle das doenças causadas pelo mosquito: tampar caixas e tinas de água, desentupir ralos que acumulam água, cobrir pneus velhos e eliminar pratinhos com água embaixo dos vasos de planta. E ainda, vedar recipientes que possam acumular água da chuva com lonas e/ou telas. Após secar os locais que continham focos, deve-se jogar água quente e limpar com uma esponja para retirar todos os ovos do mosquito, pois eles ficam grudados em superfícies.
22 de Novembro de 2018, 13:50

Situação da Dengue mostra uma queda nos casos em 2018

De acordo com a Secretaria de Sáude do Ceará até o momento, 41ª semana epidemiológica de 2018, foram notificados 5.024 prováveis casos de dengue, sendo 4.788 de residentes em Fortaleza e 236 de outros municípios. Dos residentes em Fortaleza 868 foram confirmados, 2.980 descartados, 157 estão sendo investigados e 783 foram classificados como inconclusivos. No tocante ao critério de confirmação temos o seguinte quadro: 802 foram confirmados por critério clínico epidemiológico e 66 por laboratório.A Taxa de Incidência (TI) acumulada é 33,04 casos/100 mil habitantes. O comportamento por semana epidemiológica mostra uma taxa de incidência no máximo de 2,6 casos por 100.000 habitantes no período, refletindo um quadro de baixa transmissão em 2018. Cenário observado desde a 39ª semana epidemiológica de 2017.Nos meses de Janeiro a Agosto de 2018 o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) testou 1.011 amostras para detecção de anticorpos IgM (sorologia). Dessas apenas 49 foram REAGENTES (04 em janeiro, 2 em fevereiro, 7 no mês de março, 8 em abril, 5 em maio, 4 em junho e 11 no mês de julho, 7 em agosto e 01 em setembro). Outras 71 amostras foram testadas por meio do Antígeno NS1, das quais 10 foram REAGENTES. No ano de 2018 não há registro de isolamento viral positivo para dengue.Até o momento foram registrados 09 óbitos suspeitos de dengue. Desses, 05 foram confirmados e 04 descartados. No ano de 2017 foram confirmados 19 óbitos.Para continuar com essa queda de novos casos é importante ressaltar o recurso tecnológico do aplicativo Aedes em Foco, que é essencial no combate desse crescimento de novos casos da doença. Dessa forma, a população ganha com a diminuição de novos casos sorológicos, principalmente quando chegar o período da quadra chuvosa no Estado. Fonte: Boletim Semanal da Dengue Célula de Vigilância Epidemiológica Ano 2018 - 41ª Semana Epidemiológica
23 de Outubro de 2018, 12:58

Brigadas Colaborativas são importantes no combate ao Aedes aegypti

O aplicativo Aedes em Foco, que tem o intuito de conscientizar a população sobre as medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, investe na importância da criação de Brigadas Colaborativas. Nestas, os usuários podem criar listas de participantes e selecionar uma série de itens para verificação semanal de focos em áreas residenciais, espaços públicos ou ambientes de trabalho.A filosofia do engajamento da criação de “Brigadas” idealizada pelo Prof. da Faculdade de Medicina da UFC, Ivo Castelo Branco, direciona o olhar da população a ter um papel crucial nesse combate. Os usuários poderão, por exemplo, mapear possíveis focos no local escolhido e receber informações sobre como proceder ao longo do ciclo de vida do mosquito e sua eliminação.Cada equipe tem acesso a um checklist de possíveis criadouros, como vasos de plantas, caixas-d’água e outros locais escolhidos. Quando chegar a hora de verificar os focos, o aplicativo envia um lembrete para todos os participantes, que por sua vez podem se comunicar através de um mural de avisos e coordenar a ação. Uma vez por semana novos locais serão informados para o grupo fazer novamente uma vistoria.De acordo com o coordenador do Laboratório de Mídias Educacionais (LME/UFC Virtual) e Prof. pesquisador do Aedes em Foco, Henrique Pequeno, o aplicativo une tecnologia de ponta e informação. “Ele é fácil de manusear, pode ser usado individualmente ou por meio das Brigadas criadas contra os focos dos mosquitos. As informações são atualizadas constantemente”, explicou.Através das denúncias, a população pode avisar a existência de focos em locais de difíceis acessos e saber quando o Agente de Saúde da região irá realizar uma visita na sua residência, por exemplo. Tais ações dos usuários geram bancos de dados, em tempo real, para uma melhor e mais efetiva participação dos Órgãos Públicos no controle geral da infestação do mosquito, que poderão tomar providências de forma mais ágil.A ferramenta disponibiliza também notícias, uma lista de hospitais, UPAs e demais locais de atendimento para Arboviroses, que são as doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela.Todos na luta contra o mosquito! Juntos somos mais fortes!Veja o passo a passo de como criar a sua Brigada de Colaborativa: https://www.youtube.com/watch?v=SjlbP6ZqtDk
25 de Setembro de 2018, 10:50

Aedes em Foco promove Formação no Controle de Arboviroses em Cedro-CE

A Jornada de Formação no Controle de Arboviroses aconteceu no dia 15 de agosto, na cidade de Cedro-CE, localizada a 397 KM de Fortaleza. Agentes de Endemias, professores da comunidade escolar e Assistentes Sociais participaram de palestras, oficinas e cursos sobre a importância do engajamento e filosofia do "Aplicativo Aedes em Foco".Os participantes foram apresentados à versão do software que contém dados específicos e atualizados automaticamente, em alguns minutos, com a posição exata de locais de possíveis focos, coletados com imagens aéreas, de alta resolução, através de drones. Com o uso do aplicativo, por meio das imagens, áreas que tinham concentrações de casos de arboviroses e acúmulos de lixos, têm mais facilidade de ser mapeadas. Dessa forma, o Agente de Endemais conta com uma ajuda significante no seu trabalho contra a disseminação do mosquito Aedes Aegypti, conhecido popularmente como “cabeça de prego”.Na ocasião, foram reunidos o Coordenador Técnico do Aedes em Foco, Prof. Henrique Pequeno e o Gerente de Projetos do Laboratório de Mídias Digitais (LME), Gilson Júnior. E ainda, outros membros participantes do projeto, como os professores da UFC: Ivo Castelo Branco, Chico Neto, Carlos Henrique Alencar, André Jales, Luciano Pamplona e George Allan.Imagens: Programa UFCTV
14 de Setembro de 2018, 14:31